Na torcida

22 11 2009

Apenas lá poderei ver e apreciar seus movimentos. Somente na posição de torcedor e no último canto da arquibancada devo ficar e me sentir feliz por poder estar ali e, ao menos, contemplar ao longe.

Obrigada. Quero e sei que mereço muito mais que isso. Quero camarote para os intervalos e, mais, participar do jogo, da apresentação. Ficar de fora, como espectador, não me agrada, tampouco traz felicidade se sei que já carrego tudo isso comigo e sou capaz de repartir e dar o maior pedaço.

Obrigada pelo convite. Continuarei em outros times e partidas. A bola continua a rolar… E eu… a viver





Insanos

13 11 2009

Só resta dizer que somos todos!
Que não há espaço, fresta, lacuna que não seja
preenchida de insanidade. Pura… translúcida, contagiante.

Inconstância…?
natural do meu-nosso estar em cada canto.
Doente, louco, desesperador…

Não pare, tampouco pense.
Siga. Não se vire. Simplesmente, corra!





Com efeito

10 11 2009


“Seu passado te condena”

Se ele não o fizer, alguém se encarregará de fazê-lo.
Como um espinho, incômodo e ferino
Como um sapato apertado, que não nos permite andar
Formando nós, na garganta, no coração e na alma

Fere como faca afiada e
Desdenha.
Arde com o vento,
Dói o lamento.

Condene ad infinitum
Mas faça como os maus, sem dó!





Danado de bom

30 10 2009

Agora lhes apresento… Rosa de Pedra (RN)





De alegria

28 10 2009

Um amigo, uma rosca. Um gole, outra vez amigo, outro gole. Amigo que vai e vem no estar de cada coisa. Me traz a felicidade que lhe contenta. Na realidade, a transpõe. Sim! Amo o amor alheio. A felicidade que lhe faz sorrir e o “contentamento de contente”.

Sejamos assim, amigo, felizes e enternamente… amigos!





Chateaubriand

27 10 2009

Lola foi recompensada! Não bastasse a calmaria conquistada após uma de suas longas corridas, correu ao lado – entre histórias, piadas, experiências vividas e jamais “deletadas” -, de Aurélio Chateaubriand.

80 anos bem vividos e de um humor contagiante. Sim! Primo do conhecido Chatô, a respeito de quem pude ouvir narrativas que não constam na biografia do primo.

Pouco mais de duas horas… Já valeu o dia! Sr. Aurélio, matarei sim, “um a cada dia”.





A cena – parte II

27 10 2009

…a tristeza à qual minha… aliás, a personagem da vida se referira: a perda do pai.

A traição: de uma amiga.





A cena

27 10 2009

11h. Aeroporto de Salvador. Banco de espera em frente ao portão 3. Atrás da cadeira escolhida, uma mulher ao celular.
- Não, Mara! Não é só a tristeza pela perda. O pior foi a traição!

Depois do desabafo, as lembranças:
no celular, um vídeo gravado em algum momento de alegria.
Passada a lembrança, a saudade expressada por um olhar distante e uma mão no queixo, como que sustentando os pesos agora conquistados.
Destino: SP. Motivo: uma despedida; um adeus, quem sabe!





Sintoma feliz

24 10 2009

[é 'feliz' mesmo! Antes que se pergunte se não seria 'de felicidade']

Carne quebrada, Lola?
Corpo dolorido, coração feliz, riso largo. Corpo dolorido? Carne quebrada?!
A felicidade ocultou todo o resto.





Luta

21 10 2009

Vencer e vencer. Não temos opções. Continuo a correr… Agora, de mim mesma.