Um amor

9 02 2010

Uma delícia de som!

One love

Sara Tavares

Composição: Sara tavares

Cima is ta dzê n’inglês
I love you, I need you
Quero dizer também em Português
Te amo, eu te preciso

E não há nada que levar a mal
Ma nôs ê, tud igual
I know you can understand me
Eu gosto muito, muito, muito de ti…

You know I love you, I love you, I love you, I really love you, I love you
You know I need you, I can’t live without you, não há ninguém como tu

Ca tem ninguem cima bo (4x)

Alo bonjour comment ça va
Mana Sara do lado de lá
Mim m’ta bom e bo manê q’bo ta
Sara Mana do lado de cá

Maybe together you and me
Mi ku bo, bo ku mim
Mi ma bo
Eu e tu, tu e eu
I know you can understand me
Maybe juntos together, forever happy

You know I love you, I love you, I love you, I really love you, I love you
You know I need you, I can’t live without you, não há ninguém como tu

Ca tem ninguem cima bo (4x)

Um só povo
Um só coração
One love

Branco ku preto
Burmedjo ku marelo
Ka tem diferença não
Ama na fé
Ama bué
Amor grande no coração





Odoiá!

2 02 2010

Sou mais um, perdido na multidão.
Só mais um, que nem sente e ainda assim segue: um cortejo, um lamento, uma sensação. Só mais um na multidão, que pressente e se ressente, mas que segue em procissão. Só mais um…





Canção eterna

30 01 2010

“Sou o homem real, que sua, que mente, que disfarça, que teme, que inveja e cobiça. Tive e tenho os meus momentos de suicida. Não gosto que me conheçam aquém e além de um homem constantemente exposto ao erro e ao crime. É dever do ser humano pressentir em seu semelhante um sem-número de intimidades inconfessáveis. O grande e verdadeiro amor ao próximo é aquele que ama os erros mostrados e pressupostos. [...]“

Antônio Maria – Canção de Fim de Ano – 14/12/1956





Pode chover

16 01 2010





Canção de início de ano

2 01 2010

“Que dia maravilhoso haverá, aquele em que for possível telefonar para os melhores amigos e dizer-lhes que houve um ligeiro engano, que não teria sido preciso escrever coisa alguma! E que, dali em diante, nada mais se escreverá, a não ser os nomes e os números necessários das pessoas e das coisas.
[...]
Vivi entre o que viveu. Fui multidão e povo, um lugar ocupado, uma rescendência de suor, uma voz que pediu licença, um olhar que mendigou prazeres e uma parte milesimal dos pés que povoaram. Das minhas mãos, prefiro não contar, a não ser na custosa confissão de que foram mãos vadias. De bem, fizeram a bênção e o carinho… mas o carinho é vadio e, em toda vez que se aparta de Deus, é proibido.
[...]
Sou o rosto fora de foco de uma fotografia em que dezenas de pessoas aparecem em segundo plano. Posso ter ou não a barba crescida; posso trazer ou não uma flor no peito; posso chorar até, e ninguém botará reparo. A fotografia passará de mão em mão e todos os que comigo estiverem desfocados só serão odiados quando não houver mais nada a odiar em primeiro plano.
[...]
Sou o homem real, que sua, que mente, que disfarça, que teme, que inveja e cobiça. Tive e tenho os meus momentos de suicida. Não gosto que me conheçam aquém e além de um homem constantemente exposto ao erro e ao crime. É dever do ser humano pressentir em seu semelhante um sem-número de intimidades inconfessáveis. O grande e verdadeiro amor ao próximo é aquele que ama os erros mostrados e pressupostos. [...]“

Antônio Maria – Canção de Fim de Ano – 14/12/1956





Um anjo do céu

24 12 2009





Paráfrase

19 12 2009

Parafraseando um slogan da empresa:

“…BASTA UM GESTO”





A Medida da Paixão

10 12 2009





Tudo por acaso

10 12 2009





O silêncio das estrelas

10 12 2009

Composição: Lenine / Dudu Falcão

Solidão, o silêncio das estrelas, a ilusão
Eu pensei que tinha o mundo em minhas mãos
Como um deus e amanheço mortal

E assim, repetindo os mesmos erros, dói em mim
Ver que toda essa procura não tem fim
E o que é que eu procuro afinal?

Um sinal, uma porta pro infinito, o irreal
O que não pode ser dito, afinal
Ser um homem em busca de mais, de mais…
Afinal, como estrelas que brilham em paz, em paz…

Solidão, o silêncio das estrelas, a ilusão
Eu pensei que tinha o mundo em minhas mãos
Como um deus e amanheço mortal

Um sinal, uma porta pro infinito, o irreal
O que não pode ser dito, afinal
Ser um homem em busca de mais…