Finja

23 11 2010

Se um dia te perguntarem algo e
você não lembrar a resposta

Finja.

Se neste mesmo dia e, ainda,
este alguém se mostra tão
indeferente à sua pergunta ou
resposta,

Finja.

Finja não existir,
não estar ali,
finja sumir.

Finjaaa!!

E se não quiseres finjir,
simplesmente fuja.

Sem deixar rastro, nem sombra,
nem mágoa, nem lágrima.

Suma!

Mas suma de forma que não te
achem e tampouco te
vejam chorar.

Volte, se preferir.
Mas continue a finjir…

…até que um dia você canse
e o alguém deixe de existir,
saia da sua sombra, da sua alma
e tenha o seu perdão.





Dia cheio

5 12 2008

Senti falta do teclado, dos dedos em ritmo, do sabor das palavras. Mas, mesmo assim, continuei. Permaneci no estar de cada coisa; segui o ritmo; me deixei levar; encantar. Vi luzes passar; ouvi depoimentos de gente grande com a inocência dos infantes… lágrimas nos olhos, nó na garganta, pessoas apressadas, impacientes, preconceituosas, ausentes. Vi sim! E nesse caldeirão de gestos, emoções, sigo em círculo… virtuoso, vicioso. Um movimento sem fim!





Percepção

31 10 2008
Perceba!

Perceba!

Perceber o outro é perceber a si mesmo!  Daí nascem nossas impressões e sensações, que ainda contam com a influência de nosso humor. O estímulo à compreensão alheia surge a partir do momento que não nos fechamos. No behaviorismo temos que as exposições dos modos de ser da mente humana são semelhantes às descrições de padrões comportamentais. Louco tudo isso, né?! Sem pé nem cabeça! Não é pra entender mesmo. É meu momento de insanidade!








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