No retângulo de minha sala chega o frio. Ele vem acompanhado do vento, que faz tilintar seus ‘mensageiros’ em todos os nortes. As plantas bailam; as roupas secam; meu Yakko dorme… respirando profundamente; os vizinhos calam; a rua caminha sozinha; enquanto eu, não posso deixar passar o registro desta percepção.
No meu ‘quadro vivo’ passa ele – o vento. Nem pede licença. Mas carece naum, pois é bem-vindo. Assovie, uive até. Mas não deixe de acariciar minha pele e alma.
